Controle de cupim na Fazenda Cabeceira do Prata

Colaboradores da Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS) realizaram na última terça-feira (22) a ação de manejo para o controle de áreas com infestação por cupim-de-montículo (Cornitermes cumulans).

Foram realizadas as quebras dos cupinzeiros com o uso de um trator e, em seguida, jogado no local duas pás de calcário em cada uma. A ação foi feita em área de invernada com 17 hectares.

Esse manejo já foi realizado anteriormente na propriedade e deu um bom resultado. É uma maneira ecológica de controlar os insetos, pois não agride o meio ambiente. O local será avaliado posteriormente.

Vale ressaltar que cupins habitados não são demolidos.

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Fazenda Cabeceira do Prata investe em equipamentos contra incêndios

Entre os meses de julho e setembro a estiagem, o sol forte e o vento são mais intensos em Mato Grosso do Sul. Durante a estação, propriedades rurais são ameaçadas por incêndios e queimadas, que acontecem por motivos variados. É preciso ficar atento afim de evitar incêndios de grandes proporções.

A Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS), onde localiza-se o atrativo Recanto Ecológico Rio da Prata, sempre contou com equipamentos de combate a incêndios como abafadores e máquina costal, além da capacitação da equipe. Porém, em 2019, um incêndio atingiu uma invernada da propriedade rural e o fogo consumiu 173 hectares de pasto. “Com certeza iria consumir muito mais se não tivéssemos os equipamentos”, revela Teódison Gonçalves, conhecido como Mano, gerente do atrativo.

Após esse incidente, novos itens de combate a incêndio foram adquiridos, como bolsa costal de água, abafadores novos e 01 tanque de 8 mil litros próprio para combate de incêndio. “Esse tanque possui uma bomba que injeta pressão na água e direciona em uma distância de 30 metros nos focos de incêndio. Ajuda muito no combate”, revela.

Os equipamentos foram utilizados em 2019 para combater um incêndio em uma propriedade rural vizinha à Fazenda Cabeceira do Prata. “Fomos auxiliar no combate e testamos nosso tanque novo, ele foi muito útil e conseguimos conter o fogo antes de se alastrar para uma área maior da propriedade”, disse Mano.

A Fazenda Cabeceira do Prata conta com os seguintes equipamentos:

01 tanque combate incêndio de 8 mil litros.
01 trator com lâmina
01 trator com grade
03 Sopradores motorizados
11 abafadores
07 mochilas costal
02 bombas costal
01 pinga fogo
03 jalecos
06 toucas árabes
05 pares de luvas raspa
02 óculos de incêndio
02 máscaras de incêndio

Fazenda embarca cavalo da raça Crioula para Antônio João (MS)

Foi realizado nesta quarta-feira (16) na Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS) o embarque de uma égua da Raça Crioula, Guavira EFC (RP41) filha de Xote Antigo do Itapororó com Haste da Reservado. O exemplar foi adquirido pelo casal William Magno e Bruna Fernandes do município de Antônio João (MS).

Fazenda realiza embarque de exemplares Gir Leiteiro e Girolando para Cassilândia

No último sábado (12), a Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS) realizou o embarque de 4 vacas, 1 tourinho Gir e uma bezerra Girolando.

Juliano Borges de Queiroz adquiriu um tourinho Gir (REMG510) REM HUGUS FIV GENÉTICA ADITIVA e uma vaca Gir em lactação (RRP8054) Palma FIV de Brasília com uma bezerra Girolando ao pé (REM0542) REM JUA FIV FORTUNE.

Já Noé Adão de Moura adquiriu 3 vacas em lactação: LLSE133 FERVURA CABECEIRA DO PRATA, RRP8055 POPPY FIV DE BRASÍLIA, CAL9752 ELECTRA FIV CAL.

Ambas propriedades localizam-se na cidade de Cassilândia, em Mato Grosso do Sul.

Técnico da ABCZ registra exemplares da raça Gir Leiteiro na Fazenda Cabeceira do Prata

A Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS) recebeu no dia 14 de setembro a visita do técnico da ABCZ, Horácio Alves para realizar RGN e RGD de exemplares da Gir Leiteiro.

Na data foi realizado o controle de nascimentos (RGN) de 30 bezerros, sendo 21 machos 9 fêmeas e registro definitivo (RGD) em 16 animais sendo 8 machos e 8 fêmeas.

Fazenda Cabeceira do Prata inicia produção de lenha

A Fazenda Cabeceira do Prata (Jardim-MS) destinou uma área para a produção de lenha, material que será utilizado para a fabricação própria do doce de leite na propriedade.

Junto com os eucaliptos, já existentes no local, foram plantadas 404 mudas, sendo 377 mudas de angico-vermelho e 27 mudas de aroeira.

O angico-vermelho produz lenha de melhor qualidade já que apresenta cerne resistente, pesado e duro ao corte. Devido seu rápido crescimento e de fácil adaptação, é considerado uma espécie pioneira, ideal para iniciar o plantio de árvores.

Para a produção de lenha será utilizado somente os galhos caídos do angico-vermelho bem como os que morrerem naturalmente. A previsão é é de que o uso de lenha da espécie aconteça daqui a 4 a 5 anos.

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Genética Aditiva adota tecnologia sustentável em propriedade em Jardim; veja o vídeo

Prática visa melhorar gestão dos efluentes gerados na fazenda e melhorar a qualidade do ambiente para os seus colaboradores.

A Fazenda Cabeceira do Prata, uma das propriedades da Genética Aditiva, localizada em Jardim (MS), adotou uma das técnicas aprendidas durante curso de Introdução a Permacultura, realizado em agosto de 2019 no Núcleo Ser Vir a Vida em Miranda (MS), ministrado pela engenheira ambiental e permacultora Adriana Galbiati e o permacultor Wagner dos Santos.

Foi criado um círculo de bananeiras, tecnologia apropriada para destinação das águas cinzas provenientes da cozinha, lavagem de roupa e banho, um sistema ideal para o reuso das águas servidas no local da geração deste esgoto, além de beneficiar a produção de bananas.

Nádia Pisetta, bióloga do atrativo, revela que o círculo de bananeiras é um sistema de baixo custo, “principalmente pela facilidade de implantação e simplicidade de operação e manutenção do sistema”.

Como a maior parte das propriedades rurais, o sistema tradicional de saneamento é a fossa séptica, onde a decomposição do esgoto ocorre através da ação de bactérias. “Muitas vezes a destinação destas águas cinzas, causam uma sobrecarga do sistema da fossa, fazendo com que ela transborde, ou deixando o sistema menos eficiente pela diluição dos microorganismos. No caso da Fazenda Cabeceira do Prata, a ideia foi retirar do sistema da fossa as águas provenientes do tanque e da máquina de lavar roupas”, diz Nádia.

Foi cavado, atrás do alojamento dos colaboradores, um buraco de aproximadamente 70 cm de diâmetro, por 70 cm de profundidade, o qual foi preenchido com resíduos de poda de árvores e varrição da fazenda, como troncos, galhos e folhas. Na sequência, os colaboradores fizeram a ligação do cano que destina a água do tanque e máquina de lavar para dentro deste sistema.

“Ao redor desta bacia escavada, nós plantamos mudas de bananeiras. Então é ideia é que a água, que não é contaminada, seja filtrada pelos troncos e galhos e seja absorvida pelas bananeiras”, acrescenta Nádia.

Ressalta ainda que “o círculo de bananeiras vai promover a recarga do lençol freático, diminuir o consumo de água tratada para irrigação, uma vez que eu não vamos ter que regar as banana, nós mantemos os nutrientes no local e fazemos que essas mudas cresçam ali, diminuindo o volume de esgoto e consequentemente o impacto na fossa. Como saída nós vamos ter a produção das bananas e de composto orgânico”.

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